~ Rebelspectiva 2012

Que 2012 foi um ano demais pro roller derby no Brasil, todo mundo já sabe! Teve primeiro Brasileirão, tiveram primeiros jogos interligas, teve bootcamp com jogadoras do fucking Team USA… Mas e pras Rebels? O que mais marcou?

Pra manter a nossa fama de rebeldes, nada mais justo do que fazer uma retrospectiva não comum: colhemos depoimentos das Rebels e você pode conferir aqui como foi o nosso ano!

E de quebra, ainda pode ficar com aquela vontade de virar uma Rebel…  Ou de quem sabe jogar contra a gente? Até 2013!

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Rebels na festinha de confraternização de fim de ano! (Dez/12)

“Cada treino foi especial, cada vez que alguém ajudava alguém seja num drill, ou antes do treino – quando percebia que uma amigue não tava bem e vinham trocar palavras de força…  Ajudaram MUITO nas traduções das gringas que vieram, deu pra ver muita parceria… O mais emocionante foi quando a Fifi veio pra cá com a Killa e elas tiveram uma paciência incrível e foram super gente boa, fizeram por amor mesmo, assim como as Rebels no DO IT YOURSELF.”

~ Spider Mean (Rebel desde Jul/2011)

“Difícil dizer UM, um momento só que tenha sido gratificante ou importante. Talvez com o passar dos anos para os veteranos as coisas se tornem mais “normais”. Pra mim, que sou carninha, tudo é uma experiência ao mesmo tempo aterrorizante, apaixonante, doida e edificante.

Aterrorizante por que ninguém tem dó de você. Nem deveria. Depois de algumas semanas você percebe que não é o que você não consegue fazer que conta, e sim cada passo que é dado na direção certa sem cair (muito) de bunda.

É apaixonante porque sempre tem alguém vibrando com cada conquista sua, te ajudando quando você cai, literal e figurativamente. E quando o medo toma conta, tem sempre alguém pra te encorajar. Mesmo quando tudo mais falha, ainda tem alguém gritando teu nome, que seja simplesmente pelo orgulho de você ter lutado até o final (true story, valeu ai quem gritou haha).

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Bootcamp com Fifi Nomenon & Killa Nois (Jul/2012)

É maluco entrar no roller derby. Num momento você está tranquilamente vivendo sua vidinha com seus compromissos habituais, seus hábitos, sua rotina. No outro sua vida muda para “não posso, tenho roller derby”. E você não se arrepende por um segundo sequer.

Durante o dia você se estressa, se preocupa, se cansa… Quando você chega na quadra tudo passa, é o “derbyvana”.

E é edificante, pois é feito por suas mãos e pelas mãos de outras garotas que suam a camisa tanto quanto você, que tem tantos roxos quanto você. Que amam o esporte e a liga tanto quanto você.

O roller derby te faz perceber que não importa quem você seja, mulher, homem, gordo, magra, gay, hétero, preto, branco, azul, rosa… Você é respeitado por quem você é, e todo mundo tem potencial pra patinar, tendo vontade e patins, o resto se dá um jeito.

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Bootcamp CDT com DeRanged e Psychobabble (Dez/2012)

Nem tudo são flores, principalmente as joelheiras das coleguinhas, mas é muito… muito bonito ver o carinho que as meninas tem umas pelas outras, o respeito, e a admiração (derby crush, anyone?). 

Esse é o tipo de coisa que ainda me impressiona, como rollergirls fazem de tudo pra ajudar outras rollergirls. Esse é um exemplo que todo esporte devia seguir e eu tenho orgulho de ser parte de uma liga tão unida, tão interessante, bonita e foda.

O melhor momento é cada dia chegar na quadra e apesar do calor, das dores do último treino, da quadra zoada e da chuva que não dá trégua, todo mundo ainda ter uma imensa vontade de treinar.

Acho que é válido agradecer também, afinal meu primeiro contato com a liga foi através da Dedé e da Mari. É pouco tempo (3 meses hoje!) pra tanto orgulho. Espero que o mundo não acabe, por que eu ainda tenho muitas milhas pra patinar com as Rebels!”

~ Estelinha, fresh meat (Rebel desde Out/2012)

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“Tudo que eu tenho a falar é que por causa das GCR eu conheci a Pam (Oniguiri Bomb) e, consequentemente, casei. Era isso, agradeço pra vida.”

~ Drunk (Rebel NSO desde Mar/2012)

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Primeiro demo-bout em São Caetano (Jun/2012)

“Quando recebemos a Fifi e a Killa, a presença de todas durante as atividades em todos os dias da semana fez com que tudo tivesse valido muito mais a pena. Foi muito intenso, com treinos, sessões de bouts para discutir as estratégias de jogo, e todos os outros eventos que tornaram a estadia dessas jogadoras realmente inesquecíveis!

Sem contar que só esse ano tivemos a oportunidade de viajar duas vezes com a liga, primeiro para o treino com as meninas do Beach Zombie, em Santos, e segundo para participar do 1° Brasileirão, no Rio. Também conseguimos um apoio para treinar em uma quadra incrível aos finais de semana, depois de infinitas tentativas frustradas.

Acho que a ideia é que, conforme aumenta o tempo de liga, maiores são as responsabilidades, e é isso o que eu vejo para o próximo ano também!”

~ Mary of Pain (Rebel desde Jan/2012)

“2012 foi um ano muito bom pras Rebels. Teve muita coisa legal: teste de carninhas no começo do ano, bootcamp com a Fifi, Brasileirão, bootcamp com as irmãs Hayden… Aí fica difícil escolher o “melhor” momento, mesmo eu não tendo participado de todos. Mas acho que pra mim o que marcou mais foram os treinos em si, principalmente antes do Brasileirão. Foram neles que deu pra ver como é o foda o espírito de equipe da liga, a garra, a seriedade, a vontade de aprender cada vez mais sobre o esporte, de evoluir, de melhorar, de se superar. Todas as meninas treinaram muito duro o ano inteiro e sempre querendo mais.

E, pessoalmente, o grande destaque desse ano não está num momento especifico, e sim no amor que as Rebels sentem pelo roller derby e demonstram sempre que estão na pista!”

~ Random Guy (Rebel Faz-Tudo desde Maio/2012)

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1º Brasileirão de Roller Derby, no Rio (Out/2012)

“Fodices de 2012:

A avaliação das carninhas no começo do ano (acho que foi em março). Todas ali, dando o máximo de si, com um objetivo só: virar veterana! O clima de cooperação entre todas foi emocionante e eu lembro muito desse dia porque meu joelho estava detonado e, quando estávamos fazendo as 25 voltas na pista, as veteranas pareciam cheerleaders gritando nossos nomes pra gente conseguir completar no tempo certo… Foi incrível e tenso (nossa!), na hora eu pensei que não ia conseguir! Pra coroar o momento o Popoh fez rodinhas personalizadas com os nossos derby names, tipo medalhinhas. Fofíssimo!

– Feijoada com as lindas Fifi Nomenon e Killa Nois ❤

Todas bebendo caipirinhas no centrão, exaustas depois dos treinos, com muita comida boa e muitas, muitas risadas! Teve até festinha na casa do Xexéu com direito a fantasias de carnaval da Vai Vai e photo shoot na sacada do apartamento dele! Foi hilário!!!

Brasileirão, claro! Acho que esse feriado foi o mais legal do ano. Viajamos juntas, ficamos juntas no hostel (bostel, para os íntimos) e demos o sangue juntas na pista. Foram vários momentos marcantes, mas acho que a primeira jam do nosso primeiro bout foi histórica. Dá frio na barriga só de lembrar… 

Obrigada por fazerem parte dos melhores momentos do meu ano :~~~)

Amo vocês e essa liga linda! <3”

~ Gaibba the Hutt (Rebel desde Jan/2011)

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Rebel Rebel 2ª edição! (Maio/2012)

“Olhando pra trás agora do final de dezembro, acho bem difícil escolher um momento do ano pra eleger como melhor. Acho que o melhor momento foram todos os dias de janeiro até nosso ultimo treino do ano em dezembro. Tanta coisa aconteceu, tanta gente nova entrou, tantos drills foram aprendidos e repetidos milhares de vezes…

Como uma das administradoras da liga, é super gratificante ver o crescimento das Rebels, ver a maioria das meninas que procuraram a gente ficar e virar veterana, ver todo o trampo de organizar bootcamps dar certo e sentir a cada treino todo mundo crescer muito.

O melhor momento de 2012, pra mim,  foi 2012 em si. É muito bom perceber que mudamos bastante desde janeiro, e que mudaremos mais ainda em 2013, com certeza.”

~ Peryl Streep (Rebel desde Dez/2010) 

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Rebels antes da 1ª jam no primeiro jogo contra as Ladies of Helltown, no Brasileirão (Out/2012)

“Difícil falar sobre uma coisa apenas que mais marcou o nosso ano… 2012 foi um ano muito foda pra gente, por mil motivos: nossa liga dobrou de tamanho, tivemos nossos primeiros bouts (jogamos contra nós mesmas em Junho e em Outubro foi hora de colocar todo nosso teamwork em prática no Brasileirão!), fizemos dois bootcamps (um interno maravilhoso e muito especial com a Fifi Nomenon e com a Killa Nois e o outro que todo mundo sabe, com a DeRanged e a Psychobabble <3) e participamos da Ref Clinic com o Sugar, viajamos juntas pela 1a vez pra competir… Foram vários sonhos se realizando, foram muitas horas sem dormir, foram muitas dores no corpo e foi muito trabalho. Mas como bom clichê, tudo valeu a pena. 😛

Pra mim, esse ano foi ano de perceber o quanto a comunidade roller dérbica é próxima e você pode simplesmente trazer pessoas que são muito foda lá fora e que vê jogando mil bouts no DNN e na WFTDA.tv pra ajudar, só porque eles amam roller derby tanto quanto ou mais do que você, e vão fazer de tudo pra que o esporte cresça num lugar que eles consideram tão surreal quanto o Brasil.

Foi perceber que estamos no caminho certo, estudando regras,  assistindo bouts, treinando duro, patinando ‘clean, smart e together’. Pegando todos os ensinamentos que nos dão, tentando absorver o máximo que podemos e colocando-os em prática, trabalhando como time. E com objetivos e foco no que ainda queremos conquistar.

Foi ver pessoas que eu vi nos primeiros treinos sem saber ficar em pé nos patins e sem saber direito que diabos é roller derby tomando atitudes na pista que me encheram de orgulho, entendendo as regras e aplicando-as e lutando a cada jam em um scrimmage ou nos nossos bouts.

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De cima pra baixo, nossos Rebels que contaram um pouco de 2012: Spider, Estela, Drunk, Mary, Random Guy, Gaibba, Peryl e Kaia.

Foi conhecer pessoas que podem não ter nada nadica de nada a ver comigo, mas que, quando nos encontramos às quartas, sextas e domingos, vemos o quanto temos em comum e suamos juntas, rimos juntas, nos esforçamos juntas, nos frustramos juntas. E comemos juntas e bebemos juntas, porque ninguém é de ferro.

E com certeza, perceber que a gente pode até não ser a maior liga do Brasil (aliás, se virem as fotos de todas as ligas “grandes”, a nossa é a menor – risos), a liga mais amada do Brasil (fomos vaiadas váááááárias vezes no Brasileirão, aff), a liga mais whatever do Brasil, mas com certeza estamos aí pra ficar e lutar pelo nosso espaço no roller derby em São Paulo, no Brasil, na América Latina e no mundo! :D”

~ Kaia Pilsen (Rebel desde Dez/2010)

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Quer fazer parte da nossa Rebelspectiva de 2013? Manda um email pra gente: contato@graycityrebels.com.br. E feliz derby ano!!!

 

Bootcamp = suor + aprendizado – sono

Todo mundo suado, mas feliz! crédito: Marcelo Druck

Todo mundo suado, mas feliz! crédito: Marcelo Druck

E o final de semana que a gente tanto esperava aconteceu e foi lindo! O Bootcamp que a gente organizou durante meses trouxe nada menos que as irmãs DeRanged e Psychobabble, lendas do derby americano, e nos encheu de felicidade! Além das coaches, meninas de vários lugares do Brasil vieram para o treinamento.

Éramos 67 skaters e oficiais de 12 ligas diferentes. Gente que levantou cedíssimo no sábado e domingo e rumou para São Caetano (SP), para treinar na nossa quadra magia. Às 9h, já estávamos todas de patins, prontas para aprender muito em 6 horas de treino. No último dia, depois de tudo isso, ainda rolou uma confraternização com as sobreviventes na Z Carniceria!

Junto da emoção de estar patinando com duas skaters que sabem muuuuito, veio o cansaço depois do treino intenso. Bem que a Psychobabble disse que os nossos músculos da coxa odiariam as coaches no final do bootcamp! Mas com isso veio também a responsabilidade de melhorar ainda mais, de treinarmos mais, de não fazer feio quando competirmos com ligas de outros países.

DeRanged no track. crédito: Marcelo Druck

DeRanged no track. crédito: Marcelo Druck

No final do bootcamp, fizemos algumas perguntas para a Psycho e DeRanged sobre o esporte no Brasil. Vejam abaixo o que elas responderam!

Qual era a expectativa de vocês para esse bootcamp?
PSYCHOBABBLE – Nós não vamos para os bootcamps com expectativas. Nós construímos os treinos em cima do que vemos na pista. Vemos como as meninas patinam e aí decidimos na hora. Por isso, nenhum bootcamp é igual!

Agora que vocês já nos conheceram um pouco, no que acham que o roller derby brasileiro precisa melhorar?
DERANGED – As técnicas de patinação.
PSYCHOBABBLE – Como derby girls, a gente quer logo começar a dar hits nos outros, mas é mais importante primeiro aprender a patinar direito.

Como vocês veem o roller derby evoluindo no mundo?
PSYCHOBABBLE – A gente tem certeza de que o roller derby fora dos Estados Unidos vai virar uma coisa gigante. Pessoas vão querer assistir aos jogos. Nos EUA as pessoas só prestam atenção em futebol americano, softball e basquete. Nos outros lugares, existe lugar para uma variedade maior de esportes.

Vocês não se importam de ir para tão longe ensinar técnicas que, para vocês, são tão básicas? [ O pai delas tinha um rinque de patinação, e elas foram criadas patinando. Psycho colocou um patins nos pés quando tinha apenas 11 meses, em cima de um andador! Juntas, elas têm 55 anos de patinação]
PSYCHOBBABLE – Não, a gente não se importa! [risos] É muito incrível ver a grande melhora que vocês fazem em tão pouco tempo. É uma recompensa e tanto.

Psychobabble crédito: Marcelo Druck

Psychobabble. crédito: Marcelo Druck

Vocês pensam em vir para cá de novo?
PSYCHOBABBLE – Sim! Provavelmente no ano que vem viremos. Vamos falar com as ligas e ver qual é a melhor época para todo mundo.

Vocês acabaram de voltar da Argentina. Como o Brasil está em relação a esse país?
DERANGED – [pensa um pouco] Elas estão se dedicando muito. Elas querem muito vencer, especialmente depois da Copa do Mundo [a Argentina ficou em último lugar]. As meninas chegam a treinar de 6 a 7 dias por semana, com a liga e em casa!

[conversando mais um pouco, a Psycho comentou sobre o preço que pagamos por patins americanos, quando importamos]
PSYCHOBABBLE: Vocês têm que conversar com quem faz ótimos calçados. Vocês têm que explicar para eles que atualmente vocês pagam mil reais só para importar patins ruins. E que se ele fizer patins de qualidade, vocês pagariam esse dinheiro para ele. Alguém tem que conhecer alguém que conhece alguém que faz sapatos!

Psychobabble e DeRanged ensinando estratégias de jogo. Crédito: Marcelo Druck

Psychobabble e DeRanged ensinando estratégias de jogo. Crédito: Marcelo Druck

Além de todas essas dicas, no final do bootcamp algumas obrigações se fizeram claras: treinar muito, saber de cor as regras e assistir a muitos jogos de roller derby online! Só assim o esporte crescerá no Brasil e faremos bonito lá fora. 😉

E agora, sentiu a responsabilidade de jogar derby? Depois desse bootcamp, todas nós conseguimos ver nossos pontos fracos e sabemos qual é o caminho para melhorá-los. As Rebels já se comprometeram a investir muito suor na patinação e garantir que, no próximo bootcamp CDT que já está sendo planejado, deixaremos as irmãs orgulhosas!

(Para ver todas as fotos do bootcamp, é só curtir a fan page da liga no Facebook!)

A importância de um Bootcamp no Brasil

Podemos dizer com toda propriedade que todas as ligas do Brasil não tem alguém que já jogou roller derby na gringa e decidiu ensinar a gente por aqui. Tudo o que aprendemos vem da internet: desde os clássicos vídeos da Bonnie D. Stroir até os sites de compartilhamento de drills e de transmissão de bouts (nossa amada Derby News Network).  Nós comemoramos todas as oportunidades de ver/ experienciar o roller derby como ele é.

Essa vontade e sede de viver e aprender com o roller derby lá de fora inspira as ligas a trazerem jogadoras (principalmente americanas) para o Brasil para dar uma espécie de “intensivão roller dérbico”, ao qual chamamos carinhosamente de Bootcamp. Os bootcamps são treinamentos de 4 a 6 horas por dia que ocorrem durante um período de até  5 dias, dependendo do estilo e exigências de quem vier ensinar.

Aqui no Brasil já tivemos a presença de Georgia W. Tush, de Montreal e Bonnie D.Stroir, de San Diego. E se prepare, pois ainda este ano, teremos a presença do árbitro Sugar Daddy (GGRD), trazido pelas meninas da Sugar Loathe (Rio) que vai ensinar os futuros refs e as derby girls mais sobre as regras de arbitragem e como lidar com elas. E para fechar o ano, nada mais nada menos que Helen Wheels, DeRanged e Psychobabble virão para São Paulo para dar um treinamento intensivo para as derby girls de todo o Brasil.

Bootcamp com a Georgia W. Tush, fundadora da liga de Montreal e jogadora do New Skids on the Block..

Um bootcamp é essencial porque, mesmo tendo a internet nos ajudando e nos fazendo aprender, nada como ter pessoas experientes que sabem muito de roller derby nos ensinando. Olhando o que estamos fazendo de certo e de errado, nos ajudando a entender melhor a mecânica de cada movimento, as estratégias, as regras e dividindo conosco aquilo que só quem tem experiência de jogo tem: o know-how.

Além disso, ainda mais agora que o Brasil está com tantas ligas pipocando, é uma oportunidade MUITO legal de todo mundo se conhecer e se entrosar, fazer planos de jogar contra no futuro, aprender muito junto e, finalmente, colocar o Brasil no mapa mundial de roller derby! Afinal de contas, de que adianta tanto treino se jogos não temos?

Você não vai ficar fora dessa, né?

DeRanged, Psychobabble e Helen Wheels no Brasil? Sério?!

Pois é, as treinadoras do Certifiable Derby Training estão vindo aqui para a América do Sul! Já tem data marcada e tudo!

Graças ao esforço em conjunto das ligas Gray City Rebels (nós!) e 2×4 Roller Derby (de Buenos Aires), e graças também à maior força de vontade das treinadoras do CDT, teremos um bootcamp inesquecível com ninguém menos que Psychobabble, DeRanged e Helen Wheels nos dias 8 e 9 de Dezembro deste ano!

Para quem ainda não é muito familiarizada com o roller derby, nós podemos falar um pouco sobre as treinadoras! DeRanged e Psychobabble são ex patinadoras da Rocky Mountain Roller Girls, de Denver, no Colorado, e são atuais membros do Team USA, a seleção de roller derby dos EUA, que é campeã mundial. Helen Wheels já jogou pelo Arizona Roller Derby, em Tucson, e participou do primeiro bout  do roller derby moderno entre Arizona e Texas, ou seja, ela participou do renascimento do Roller Derby! Ela tem muita experiência como treinadora e já viajou para vários países e por quase todos os estados dos Estados Unidos para ensinar e difundir o roller derby.

As três patinadoras e treinadoras se juntaram para formar o CDT, Certifiable Derby Training, e viajar o mundo dando Bootcamps (que na linguagem das derby girls significa: Treinamento Pesado!) e ajudando o esporte a crescer e se desenvolver da melhor maneira possível.

As coaches Helen Wheels, PsychoBabble (divulgando nosso Bootcamp!) e DeRanged!

Em breve começam as inscrições, então fique ligado porque as vagas são limitadas!

Não quer perder, né? Então manda um email pra gente: contato@graycityrebels.com.br